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Luta, Esperança, Liberdade.


Perdemos um iluminado, um, dos poucos, grandes homens dos nossos tempos mas, ficámos com a sua riqueza, o seu ensinamento. Um homem que nunca desistiu de deixar o mundo melhor. Agora, é nossa obrigação fazermos bom uso dos seus ensinamentos e não desistir de lutar, de passar estes mesmos ensinamentos aos nossos filhos, aos nossos netos. Este homem mostrou e provou que podemos ter um mundo melhor, podemos ser melhores.
Por um mundo melhor, pela igualdade, pela paz, pela liberdade façamos bom uso da herança que nos foi deixada pelo Senhor Liberdade.

Até sempre.


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Cabeçudo

O Faroleiro  No 1º trimeste deste ano resolvi participar no curso de cabeçudos do grupo etnográfico da Areosa. Já tinha alguma curiosidade em saber qual a técnica utilizada para se fazer o tradicional cabeçudo. Quando cheguei a Viana, o ano passado, pensei logo, tenho de ir ver os cabeçudos e gingantones. E assim foi. A nossa chegada foi em Julho e as festas da Sra. D'Agonia são em Agosto. Lá fui eu, feliz e contente. Adorei. Vou, então, apresentar o meu 1º cabeçudo que já andou por festas e exposições este ano.
De frente. Ele está um pouco cansado. Foi muito trabalho...


Um ligeiro perfil.




O curso

O Faroleiro



Outros cabeçudos. Trabalhos dos meus colegas.




Viana do Castelo e sua Lenda.

Ainda vamos estar por Viana mais uns dias. A partida está a ser complicada. Continuando com as despedidas, vou partilhar convosco algumas fotos da cidade e a sua lenda.





Encontrei várias versões da Lenda de Viana do Castelo. Vou partilhar duas.
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A lenda de Viana
Há muito, muito tempo, na margem direita do rio Lima, erguia-se uma pequena povoação que tinha o nome de Átrio ou Adro. As pessoas que aqui habitavam construíam barcos, fabricavam redes e ensinavam as filhas e as mulheres a consertá-las…             Para além de pescarem no rio também se aventuravam no alto mar, apesar de muitas vezes serem surpreendidos pelo mau tempo, tornando-se difícil vencer a impetuosidade das ondas. De lá traziam carapaus, congros, pescadas, sardinhas, fanecas e muitos outros peixes, com que se alimentavam e vendiam no mercado.             Quando o mar se alterava e não permitia a pesca, tinham o rio. E Aqui pescavam enguias, solhas, trutas, tainhas, lampreias, sáveis e salmões, conforme as épocas.     …

A Primeira de muitas.

Uma amiga do Atelier e, da nossa artesã, também uma cliente fantástica, queria oferecer uma Bruxa. Contactou-nos a saber se era possível, visto que faltava poucos dias para o aniversário da feliz contemplada. Arriscámos e, aceitámos o desafio. Acabámos por ter de a ir entregar a Setúbal ( a aniversariante é de lá), mas conseguimos satisfazer o pedido da nossa amiga e cliente e, ainda deu para passear, estar umas horas entres amigos (amigas, no caso).
Apesar do tempo de trabalho ter sido curto, achamos que ficou bonita, a primeira Bruxa PapaPapel. É a primeira, está numerada e, decidimos agora que a vamos chamar de Grazina. (Não se deixem enganar pelo ar sorridente)














Espero que gostem tanto como nós, que a fizemos, elas, que ofereceram e, ela que recebeu. No caso de, também, querer uma Bruxinha, contacte-nos. (papa.papel@sapo.pt)
Até breve.

Texto de Vianinha. Fotos de Sentieira