Avançar para o conteúdo principal

Fim de colecção (continuação)

Já vos falei dos Presépios de meu pai.
Já vos falei da minha falta de imaginação para Presépios.
Também, já vos falei da responsável pelo nascimento ou, renascimento, da minha criatividade para Presépios, ou não.
Já tudo foi dito, agora vou levar-vos numa digressão pelos presépios feitos ao longo destes anos.
Vejamos...

2008
A estes dei-lhes o nome de urbanos. Estão deitados em pufs. Na primeira foto, podem ver um exemplar de alguns Presépios que fiz, em que substitui a vaca e o burro por um cão e um gato.





Nesta foto, já são mais tradicionais, estão é vestidos de ganga e sentados numa almofada de serapilheira.


2012
Como podem constatar, estive quatro anos sem fazer Presépios mas, em 2012, como participei numa feira de Natal, achei que deveria fazer alguns. Devido à falta de imaginação e criatividade, peguei novamente no tema urbano.
O resultado...



2013
Foi quando conheci Salomé, a responsável pelo meu regresso aos Presépios, fiz bastantes. 
Vejamos alguns... 

Peguei em alguns que tinham sobrado do ano anterior e renovei-os. Assim, temos Presépios reciclados. Eheheheh!!!!



Agora, uma sequência de criações em 2013, inspiradas no quotidiano familiar...










A estes baptizei-os de "Pézinhos"...




 E... Para finalizar o ano... O FAMOSO... SPECIAL ONE da Salomé, inspirado na pesca do polvo, muito comum, aqui, em terras algarvias...





2014
Já saiu um, penso que no inicio do Verão ou, fim da Primavera, por aí. Foi um pedido especial e, também foi feito com um carinho especial, pois representa uma das terras portugueses onde, como diria o Malato, "já fui muito feliz". Fui realmente muito feliz em Aveiro. Estão no meu coração, a terra e as gentes. 
Um presépio muito simples... Mas, na minha humilde opinião, muito bonito.
Chega de conversa... Vejam...





Já recordámos e, agora, enquanto esperamos pelos que estão para saír e, como já vem sido hábito, deixo-vos para apreciação e, também, para adquirirem, se quiserem, os que ainda estão no atelier.
São três, vejam...









Apreciem e se quiserem adquirir algum, já sabem... Consultem a montra do PapaPapel Atelier.
Grata pelo vosso interesse.
Sorrisos e Abraços.
FViana.







Comentários

Mensagens populares deste blogue

Cabeçudo

O Faroleiro  No 1º trimeste deste ano resolvi participar no curso de cabeçudos do grupo etnográfico da Areosa. Já tinha alguma curiosidade em saber qual a técnica utilizada para se fazer o tradicional cabeçudo. Quando cheguei a Viana, o ano passado, pensei logo, tenho de ir ver os cabeçudos e gingantones. E assim foi. A nossa chegada foi em Julho e as festas da Sra. D'Agonia são em Agosto. Lá fui eu, feliz e contente. Adorei. Vou, então, apresentar o meu 1º cabeçudo que já andou por festas e exposições este ano.
De frente. Ele está um pouco cansado. Foi muito trabalho...


Um ligeiro perfil.




O curso

O Faroleiro



Outros cabeçudos. Trabalhos dos meus colegas.




Viana do Castelo e sua Lenda.

Ainda vamos estar por Viana mais uns dias. A partida está a ser complicada. Continuando com as despedidas, vou partilhar convosco algumas fotos da cidade e a sua lenda.





Encontrei várias versões da Lenda de Viana do Castelo. Vou partilhar duas.
"
A lenda de Viana
Há muito, muito tempo, na margem direita do rio Lima, erguia-se uma pequena povoação que tinha o nome de Átrio ou Adro. As pessoas que aqui habitavam construíam barcos, fabricavam redes e ensinavam as filhas e as mulheres a consertá-las…             Para além de pescarem no rio também se aventuravam no alto mar, apesar de muitas vezes serem surpreendidos pelo mau tempo, tornando-se difícil vencer a impetuosidade das ondas. De lá traziam carapaus, congros, pescadas, sardinhas, fanecas e muitos outros peixes, com que se alimentavam e vendiam no mercado.             Quando o mar se alterava e não permitia a pesca, tinham o rio. E Aqui pescavam enguias, solhas, trutas, tainhas, lampreias, sáveis e salmões, conforme as épocas.     …

O cabeçudo Pinguço

Se já era fã de cabeçudos, agora ainda sou mais. A experiência de aprender a construir foi fantástica, adoro todo o processo, construção da estrutura, criação de personagens... Não vou parar de fazer cabeçudos  :«) é muito bom. Mas falemos do Pinguço. O Pinguço é daqueles portugueses que anda um pouco baralhado e está inactivo perante as mudanças sociais, económicas e políticas deste país. Ele ainda não compreendeu se está embriagado ou se apanhou sol a mais. Uma coisa é certa está estupefacto e ranhoso, muito ranhoso, também tem uns suores frios. Espero que reaja ( positivamente), que tome uma atitude para melhorar o que está menos bem. Eu (Fernanda) tenho esperança, não é fácil, mas é possível.




De costas, à janela, ainda por pintar.




Novamente de costas, mas já pintado.






De frente, de perfil, é feio que se farta. Torna-se engraçado de tão feio que é.




Para finalizar uma foto de amigos  :«)