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Recordar 2012 (continuação)

:0) Boa tarde!
Hoje, aproveitei a hora do almoço para recordar mais um pouquinho. Voltando ao Minho, chegou a hora dos...

Monstros de Viana
O primeiro que vamos rever, foi dos melhores trabalhos de 2012. Foi o que recebeu mais visitas. Um trabalho muito bem conseguido. Gostei muito de o fazer. O segundo, não ficou tão bem mas, também, ficou engraçado. Vejamos...








Monstros de Viana, são cabeçudos mais pequenos que os usados nas festas do Minho, são apenas decorativos. Misturei a técnica tradicional com a minha técnica da pasta de papel para caracterizá-los.
Esta é a penúltima recordação de 2012. Na 2º feira, não esqueçam, será a última recordação.
Bom fim de semana.
:0)

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Cabeçudo

O Faroleiro  No 1º trimeste deste ano resolvi participar no curso de cabeçudos do grupo etnográfico da Areosa. Já tinha alguma curiosidade em saber qual a técnica utilizada para se fazer o tradicional cabeçudo. Quando cheguei a Viana, o ano passado, pensei logo, tenho de ir ver os cabeçudos e gingantones. E assim foi. A nossa chegada foi em Julho e as festas da Sra. D'Agonia são em Agosto. Lá fui eu, feliz e contente. Adorei. Vou, então, apresentar o meu 1º cabeçudo que já andou por festas e exposições este ano.
De frente. Ele está um pouco cansado. Foi muito trabalho...


Um ligeiro perfil.




O curso

O Faroleiro



Outros cabeçudos. Trabalhos dos meus colegas.




Viana do Castelo e sua Lenda.

Ainda vamos estar por Viana mais uns dias. A partida está a ser complicada. Continuando com as despedidas, vou partilhar convosco algumas fotos da cidade e a sua lenda.





Encontrei várias versões da Lenda de Viana do Castelo. Vou partilhar duas.
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A lenda de Viana
Há muito, muito tempo, na margem direita do rio Lima, erguia-se uma pequena povoação que tinha o nome de Átrio ou Adro. As pessoas que aqui habitavam construíam barcos, fabricavam redes e ensinavam as filhas e as mulheres a consertá-las…             Para além de pescarem no rio também se aventuravam no alto mar, apesar de muitas vezes serem surpreendidos pelo mau tempo, tornando-se difícil vencer a impetuosidade das ondas. De lá traziam carapaus, congros, pescadas, sardinhas, fanecas e muitos outros peixes, com que se alimentavam e vendiam no mercado.             Quando o mar se alterava e não permitia a pesca, tinham o rio. E Aqui pescavam enguias, solhas, trutas, tainhas, lampreias, sáveis e salmões, conforme as épocas.     …

A Primeira de muitas.

Uma amiga do Atelier e, da nossa artesã, também uma cliente fantástica, queria oferecer uma Bruxa. Contactou-nos a saber se era possível, visto que faltava poucos dias para o aniversário da feliz contemplada. Arriscámos e, aceitámos o desafio. Acabámos por ter de a ir entregar a Setúbal ( a aniversariante é de lá), mas conseguimos satisfazer o pedido da nossa amiga e cliente e, ainda deu para passear, estar umas horas entres amigos (amigas, no caso).
Apesar do tempo de trabalho ter sido curto, achamos que ficou bonita, a primeira Bruxa PapaPapel. É a primeira, está numerada e, decidimos agora que a vamos chamar de Grazina. (Não se deixem enganar pelo ar sorridente)














Espero que gostem tanto como nós, que a fizemos, elas, que ofereceram e, ela que recebeu. No caso de, também, querer uma Bruxinha, contacte-nos. (papa.papel@sapo.pt)
Até breve.

Texto de Vianinha. Fotos de Sentieira