Avançar para o conteúdo principal

Do Velho Fazer Novo - Final Feliz


Vila Nova de Gaia, com uma vista fantástica do Douro e seus Rabelos e bom Vinho do Porto, foi aqui que se realizou a exposição "Do Velho Fazer Novo". Inicialmente estava previsto terminar a 9 de Julho mas, o sucesso foi tal, que se prolongou até 14 de Julho.



Foi muito visitada, por portugueses, espanhóis, americanos, australianos...



E até finlandeses :0)

No que me diz respeito, o resultado foi positivo. O meu trabalho foi apreciado. Houve adopções, mais do que esperava. Conheci gente fantástica, com quem gostei muito de trabalhar. O Baú do Pompeu, espaço onde decorreu a exposição, foi para mim um privilégio conhecer. Concluindo, adorei esta experiência.
Vou deixar-vos algumas fotos da minha presença no evento.


Alfacinha, projecto apresentado nesta exposição. É dedicado à minha cidade natal, Lisboa.
Em breve farei uma publicação dedicada a este projecto, para que o conheçam melhor.




Já vossos conhecidos, Madame Vianense e, seu inseparável companheiro, Vianinha.


Cabeçudinha e Cabeçudinho, também já conhecidos.


Zé Pereira, também um projecto novo, dentro da colecção Minho. Também farei uma publicação sobre eles.

Miau Miau e Apressadinho, quem não conhece.


Maria "vai à praia", também marcou a sua presença.



Mais um projecto novo, inserido na colecção Minho, Monstros de Viana. Tal como as outras estreias, também eles terão uma publicação exclusiva.

E para terminar, Pinguço, o cabeçudo, também ele, conhecido.

Só me resta agradecer a todos os que contribuíram para este evento. À Manuela Silva, dona do espaço e organizadora do evento; à Alexandra Cevola, Mª João e Paula Rei, peças importantíssimas no sucesso deste evento; a todas as minhas colegas artistas que participaram, Ana Dias, Alexandra Duarte, Mª João Alves e Rita Vaz; ao Nuno e à Sandra que foram o meu apoio, ás pessoas que trabalharam nos bastidores para que nada falhasse e, claro, a todos os que nos visitaram, o meu  muito obrigada.

Comentários

  1. Parabéns pela exposição!
    As peças são lindas e é fantástico o continuares sempre a criar peças novas e a surpreenderes-nos com novas cores e novos movimentos.:)

    Beijinho muito grande!

    ResponderEliminar

Enviar um comentário

Mensagens populares deste blogue

Cabeçudo

O Faroleiro  No 1º trimeste deste ano resolvi participar no curso de cabeçudos do grupo etnográfico da Areosa. Já tinha alguma curiosidade em saber qual a técnica utilizada para se fazer o tradicional cabeçudo. Quando cheguei a Viana, o ano passado, pensei logo, tenho de ir ver os cabeçudos e gingantones. E assim foi. A nossa chegada foi em Julho e as festas da Sra. D'Agonia são em Agosto. Lá fui eu, feliz e contente. Adorei. Vou, então, apresentar o meu 1º cabeçudo que já andou por festas e exposições este ano.
De frente. Ele está um pouco cansado. Foi muito trabalho...


Um ligeiro perfil.




O curso

O Faroleiro



Outros cabeçudos. Trabalhos dos meus colegas.




Viana do Castelo e sua Lenda.

Ainda vamos estar por Viana mais uns dias. A partida está a ser complicada. Continuando com as despedidas, vou partilhar convosco algumas fotos da cidade e a sua lenda.





Encontrei várias versões da Lenda de Viana do Castelo. Vou partilhar duas.
"
A lenda de Viana
Há muito, muito tempo, na margem direita do rio Lima, erguia-se uma pequena povoação que tinha o nome de Átrio ou Adro. As pessoas que aqui habitavam construíam barcos, fabricavam redes e ensinavam as filhas e as mulheres a consertá-las…             Para além de pescarem no rio também se aventuravam no alto mar, apesar de muitas vezes serem surpreendidos pelo mau tempo, tornando-se difícil vencer a impetuosidade das ondas. De lá traziam carapaus, congros, pescadas, sardinhas, fanecas e muitos outros peixes, com que se alimentavam e vendiam no mercado.             Quando o mar se alterava e não permitia a pesca, tinham o rio. E Aqui pescavam enguias, solhas, trutas, tainhas, lampreias, sáveis e salmões, conforme as épocas.     …

O cabeçudo Pinguço

Se já era fã de cabeçudos, agora ainda sou mais. A experiência de aprender a construir foi fantástica, adoro todo o processo, construção da estrutura, criação de personagens... Não vou parar de fazer cabeçudos  :«) é muito bom. Mas falemos do Pinguço. O Pinguço é daqueles portugueses que anda um pouco baralhado e está inactivo perante as mudanças sociais, económicas e políticas deste país. Ele ainda não compreendeu se está embriagado ou se apanhou sol a mais. Uma coisa é certa está estupefacto e ranhoso, muito ranhoso, também tem uns suores frios. Espero que reaja ( positivamente), que tome uma atitude para melhorar o que está menos bem. Eu (Fernanda) tenho esperança, não é fácil, mas é possível.




De costas, à janela, ainda por pintar.




Novamente de costas, mas já pintado.






De frente, de perfil, é feio que se farta. Torna-se engraçado de tão feio que é.




Para finalizar uma foto de amigos  :«)